Em julho de 2026, o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou o uso do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) em quatro condições osteomusculares específicas: osteoartrite de joelho, discopatia lombar, epicondilite lateral do cotovelo e reparo do menisco.
O que, até então, era considerado experimental pelo CFM, agora pode ser usado como tratamento complementar, desde que dentro de parâmetros técnicos bem definidos.
A técnica é realizada a partir do próprio sangue do paciente, que é coletado e centrifugado para separar uma fração do plasma com maior concentração de plaquetas. Esse material, então, é aplicado no local a ser tratado – por exemplo, uma injeção intra-articular no joelho em casos de osteoartrite.
Medicina em transformação
A mudança acompanha o avanço das evidências científicas. Estudos recentes mostram que a concentração de plaquetas pode interferir nos resultados do tratamento. No entanto, não basta conhecer a técnica, é preciso compreender sua indicação, preparo, protocolos, limitações e critérios de segurança.
Assim, sua utilização deve ser precedida de diagnóstico, avaliação clínica individualizada, análise de exames complementares, exclusão de contraindicações e definição dos objetivos terapêuticos.
Quem aprende, compreende
Esse é mais um caso em que a educação médica continuada se torna indispensável. Novas evidências, tecnologias e normas alteram a prática clínica e exigem atualização constante para que decisões sejam tomadas com segurança e senso crítico.
Os cursos da SKOOPI são pensados para conectar médicos a conhecimentos atualizados, treinamentos hands-on e especialistas renomados, com o objetivo claro de apoiar uma prática alinhada à evolução da medicina.
Fontes:


